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A seguir serão explanadas as causas da queda dos cabelos, desde a natural (ciclo biológico), queda precipitada (eflúvio telógeno) e as causadas por processos infecciosos, glandulares e proteicos.
As causas mencionadas causam o afinamento dos fios até a obstrução total do poro, tornando impossível a oxigenação da raiz, responsável pela maturação do cabelo.

As Fases do Cabelo (Ciclo Biológico).
A pele é o maior órgão do corpo humano, tendo contato com o mundo exterior e o interior do corpo humano. É composta de três camadas celulares. Epiderme Exterior, Derme Intermediária e a Hipoderme que é a camada mais interna.
Os cabelos se formam na derme. Todo o corpo tem pelos com exceção da palma das mãos e das plantas dos pés.
Existem aproximadamente cinco milhões de Folículos Pilossebácios (Estruturas que formam os cabelos no ser humano) em cada indivíduo.

O ciclo biológico do cabelo é dividido em três fases: Anágena (Crescimento), Catágena (Repouso) e Telógena (Queda).
Cada fase tem um período de duração e um fio de cabelo cresce por um período médio de dois a oito anos, após o tempo máximo de crescimento, a matriz para de produzir cabelo, se desprende e desloca-se no sentido da superfície da pele.
No ser humano, cada cabelo está em uma fase independente, se todos os cabelos estivessem na mesma fase, a cada final de um ciclo de crescimento haveria uma perda de cabelo total ficando o individuo calvo. Até a formação de um novo cabelo (Ciclo Biológico). Oitenta por cento dos cabelos está na fase de crescimento (Anágena), vinte por cento na fase Telógena (Queda), sendo poucos cabelos na fase Catágena (Repouso).

A queda diária normal de cabelos tem uma relação direta com o número total de cabelos e a duração da fase Anágena.
A perda diária de cabelos é variável entre as pessoas, exemplo: Imaginando que uma pessoa tenha cem mil fios de cabelos e que seu Anágeno dure três anos, significa que a cada três anos a pessoa troca todos os seus cabelos, tendo uma queda média de cem fios por dia.

Até pouco tempo, entendia-se sobre o ciclo dos cabelos desta forma;

1. Fase Anágena: (fase do crescimento).
É a fase do desenvolvimento e do crescimento do cabelo, sendo que a papila (situada na porção inicial da raiz do cabelo) do folículo está em íntimo contato com os vasos sanguíneos, onde substâncias presentes nos fluidos circulantes são absorvidas pelo cabelo.
Nesta fase, a duração da atividade dos folículos varia conforme a raça, de região para região, a estação climática e a idade. A fase anágena dura de 3 a 7 anos. No couro cabeludo dos humanos, 80% a 90% dos folículos estão nesta fase, que vem seguida por uma fase transicional, relativamente curta.

2. Fase Catágena: (Repouso).
Esta fase tem uma duração de duas semanas, onde o cabelo pára de crescer e não há mais irrigação sanguínea (o cabelo morre). No indivíduo são e sem alopecia, 1% dos cabelos estão nesta fase. A morte do cabelo também ocorre quando a contaminação com metais pesados, tais como Tl, Cd e Hg é alta.

3. Fase Telógena: (Queda).
Nesta fase o cabelo cai, sendo empurrado por um novo folículo que nasce no mesmo local.
20% dos folículos estão nesta fase. É considerada normal a perda de até 100 fios por dia. Acima disso, recomenda-se uma investigação.

Atualmente os estudos afirmam que há uma nova fase do fio, a chamada fase exógena, onde a fase telógena representa a fase de repouso e não a de queda.

1. Fase Anágena ou fase de crescimento
Cerca de 84% dos cabelos que estão no couro cabeludo estão nesta fase ativa de crescimento.
O cabelo é produzido pelo folículo piloso. A duração desta fase de crescimento é muito variável de um folículo para outro, e de um indivíduo para outro: de 1 a 10 anos e, em média, de 3 a 4 anos.

2. Fase Catágena ou fase de regressão
O cabelo não cresce mais, as células profundas do folículo piloso degeneram-se. O conjunto do folículo piloso se retrai em direção à superfície (duração de 2 a 3 semanas).
Durante esta etapa o processo de divisão celular é interrompido, o folículo piloso retrai e se torna mais superficial, os vasos sanguíneos e nervosos são atrofiados.
Cerca de 15% dos cabelos se encontram nesta fase.

3. Fase Telógena ou fase de repouso
O cabelo permanece "fixo" no folículo por aproximadamente 3 meses. A fase telógena se conclui com a expulsão do cabelo.
Entra-se nesta fase quando a atividade na raiz do cabelo parar por completo.
A papila dérmica desaparece e o cabelo mantém-se preso apenas por sua base, caindo facilmente ao se pentear ou lavar.
Apenas cerca de 1% dos fios de cabelo encontram-se nesta fase.

4. Fase Exógena ou fase de queda
Uma vez que o cabelo tenha sido expulso, começa um período de latência de 2 a 5 meses, seguida por um novo ciclo pilar. O folículo piloso se regenera e volta a descer para sua posição inicial. Começa uma nova fase anágena.
A repetição deste fenómeno é estimada em 20 vezes ao longo de uma vida.

A contaminação exógena do cabelo pode ocorrer através do arraste de substâncias externas (poeira, fumaça, cosméticos, suor e sebo provindos das glândulas sebáceas e ecrinas que lançam seus produtos sobre a epiderme) pela água, uma vez que o cabelo é hidrófilo. Os elementos traço presentes na água irão fixar-se à queratina do cabelo, ou em alguns casos específicos, à membrana das células.
Partículas de poeira contendo quantidades significativas de elementos danosos podem também ficar retidas entre as várias camadas da cutícula através de interações eletrostáticas, principalmente quando esta estiver danificada.

Eflúvio Telógeno.(Queda precipitada do cabelo).
A queda precipitada dos cabelos
A perda de cabelos, ou alopecia, é consequência de alterações no folículo piloso. Se as alterações forem transitórias e não destrutivas da matriz capilar, ocorre um novo crescimento. Se as alterações provocam destruição da matriz capilar, resultam na formação de escaras (feridas) ou atrofia, produzindo alopecia permanente.
O assunto é muito complexo e extenso, havendo diversas causas para a queda de cabelos
Vamos abordar a queda de cabelo partir do eflúvio telógeno (queda intensa e precipitada de cabelos), uma das queixas mais comuns nos consultórios. Cada folículo passa através do ciclo do pelo, 20 vezes durante a vida de um indivíduo.

Eflúvio Telógeno: (Queda precipitada do cabelo).
O termo eflúvio telógeno significa a eliminação de cabelos em clava que se segue à precipitação prematura dos folículos anágenos em telógena (ou atualmente fase Exógena). Um processo que ocorre como resposta dos cabelos a muitos tipos diferentes de estresse como, por exemplo:

* Febre
* Parto prolongado ou difícil.
* Operações cirúrgicas.
* Hemorragias (inclusive doação de sangue).
* Redução severa súbita de ingestão alimentar (dieta violenta).
* Estresse emocional, inclusive devido a viagens aéreas prolongadas.
* Quando a pílula anticoncepcional é descontinuada após ter sido tomada por muito tempo.
* Medicamentos também provocam queda de cabelo.
* Alterações hormonais
* Doença venérea
* Doenças Metabólicas
* Doenças Infecciosas
* Doenças Inflamatórias
* Neoplasias (Câncer)
* Doenças hereditárias

As alterações do cabelo podem ser as mais variadas como:
Mudanças:
* Na cor
* Na Estrutura
* Consistência
* Aspecto
* Queda
* Até a destruição total do Folículo Piloso

Características
Afeta todo o couro cabeludo, com queda de cabelo generalizada. Paciente nota a perda aumentada na escova ou pente, e durante a aplicação do shapoo ou creme rinse. A perda varia de menos de 100 a mais de 1000 fios por dia. Se o estresse não for repetido, o recrescimento completo, espontâneo, se dará, invariavelmente, dentro de poucos meses.
Frequentemente, as mulheres se queixam que o comprimento do cabelo nunca volta a ser o mesmo que o presente antes da gravidez. Febres prolongadas ou altas podem destruir alguns folículos completamente, de modo que apenas uma recuperação parcial é possível.
Tratamento:
Investigar a causa da queda através:
* Da história clínica sobre o uso de medicamentos e exames laboratoriais (ex. excesso de vitamina A), doenças como diabetes, câncer, infecções, anemia etc.
* Alterações hormonais-hipo e hipertireoidismo regimes alimentares.
* Atualmente, existe tratamento com produtos específicos para a higienização profunda do couro cabeludo que são responsáveis pela eliminação dos processos bacterianos que se alojam na região folicular que são responsáveis pela obstrução do poro e consequentemente a queda dos cabelos, há também o tratamento a laser para estimular o crescimento de cabelo.
Cada patologia tem uma série de características próprias que ajudam a investigação para chegar ao diagnóstico.
Uma vez diagnosticada a causa, faz-se o tratamento adequado, que pode ser:
* Laser capilar
* Medicamentos e produtos tópicos aplicados no couro cabeludo
* Medicação via oral.


Três estágios para a calvície.
A principal causa da queda dos cabelos é provocada por três processos distintos: o infeccioso, o glandular e o proteico.

-1º Estágio – Processo infeccioso:
Instalam-se por maneira incorreta de higienizar, produtos inadequados, acúmulos de impurezas, causando a caspa e seborreia, que se tornam focos de bactérias e fungos, provocando a dermatite, foliculite e micoses.

-2º Estágio – Processo glandular:
As glândulas sebáceas que produzem e expelem as gorduras e impurezas do organismo passam a trabalhar desordenadamente, quando a transpiração acontece, em vez das mesmas serem expelidas, se misturam com a infecção, passando a ocupar o conduto de oxigenação e passagem do fio. Por isso ele vai afinando e forçando a raiz produzir menos.

-3º Estágio – Processo proteico:
A queratina que é a proteína principal para formação do fio de cabelo e que tem produção contínua deixa de ser aproveitada pela raiz, por ela não ter condição de produção, pois a passagem encontra-se obstruída. A queratina, ainda em estado mole (ela só endurece após maduração, ou seja, formação do fio), é expelida para a superfície, isto é, couro cabeludo, e o acúmulo da mesma, juntamente, com todas as outras impurezas formam-se uma película brilhante como se o poro capilar jamais tivesse existido. É a obstrução total, onde todos conhecem como calvície.

Glândulas.
As glândulas sudoríparas ocupam a parte profunda da derme ou da hipoderme.

•Glândulas sudoríparas écrinas, que são distribuídas por toda a superfície do corpo. Elas produzem suor que é composto em sua maior parte de água com vários sais. Essas glândulas são usadas para a regulação da temperatura do corpo.

•Glândulas sudoríparas apócrinas, que produzem o suor que contém materiais gordurosos. Essas glândulas estão principalmente presentes nas axilas e em volta da área genital e sua atividade é a principal causa do odor do suor, devido às bactérias que quebram os compostos orgânicos no suor dessas glândulas. O estresse emocional aumenta a produção de suor das glândulas apócrinas, ou mais precisamente: o suor já presente no túbulo é empurrado para fora. As glândulas sudoríparas apócrinas servem basicamente como glândulas de cheiro. Entram em atividade durante a puberdade.

As glândulas sebáceas por sua vez são existentes também no corpo inteiro, salvo sola dos pés e palma das mãos, porém sua concentração está na cabeça, face e couro cabeludo, localizadas na derme, anexas a um folículo piloso. Sua secreção (sebo) é constituída por células no folículo piloso.
Há também glândulas sebáceas independentes que, em numerosos resíduos apresentam-se sem conexão com o folículo piloso. Produzem de 1 a 2 gramas de gordura por dia.

Elas estão no grupo das glândulas exócrinas. Podem ser unicelulares ou multicelulares, nos mamíferos o exemplo mais comum de glândula unicelular é a célula mucosa, que se acha disseminada entre as células cilíndricas do epitélio (tecido animal em que as células estão muito juntas umas das outras).
Sua secreção é a mucina, proteína que ao ser hidratada, dá origem a substância lubrificante chamada muco.

As glândulas multicelulares subdividem-se em simples e composta, conforme sua comunicação com a superfície seja ou não ramificada.
Em geral as glândulas exócrinas são inúmeras e de dimensões reduzidas. Pertencem a esse grupo as glândulas salivares (simples), as lacrimais (simples) e as sebáceas da pele e do couro cabeludo (composta), onde 70% é produzido na cabeça, face e couro cabeludo.

Pelo simples fato da glândula sebácea estar localizada a altura de seu terço externo, o que é expelido deveria ir diretamente para a camada córnea da epiderme, ou seja, couro cabeludo, mas pelo fato do acúmulo existente na área, as impurezas vão tomando o espaço abaixo dela e bloqueando a passagem que é destinada ao fio do cabelo, mesmo assim o fio resiste, alias, a raiz resiste quanto pode, pois o fio cai e outro nasce lembrando que no período que o fio de cabelo cai e fica ausente cerca de 3 meses, as impurezas tomam ainda mais o espaço, obrigando-o a nascer cada vez mais fino, assim os bulbos múltiplos, ou seja, vários fios em único poro deixam de existir com rapidez tornado ralos como penugem até ao passo de a impureza se identificar com a pele e o poro não ser mais identificado, pois acima dele passou a existir uma película de efeito brilhante como se nunca houvesse existido a passagem do fio de cabelo "poro capilar".

O poro capilar não tem poder de cicatrização, como dizem.
As impurezas vão tornando o diâmetro de passagem do fio cada vez mais estreito, por isso que o fio vai afinando, a raiz mantém-se produzindo enquanto detecta o diâmetro de passagem, quanto menor for a passagem, menos oxigenação haverá e mais dificuldade o fio encontrará para percorrer o diâmetro.
Também por falta de oxigenação, a raiz vai deixando de exercer suas funções, a maturação da proteína queratina, que em definitiva é a principal fonte para a formação do fio.

Dentro deste quadro clínico o organismo passa a desprezar e expelir a nova queratina produzida, ainda em estado mole, ou seja, sem maturação.
O acúmulo de queratina depositada no dia-a-dia forma uma película na área calva. Deixando um aspecto brilhante, como já foi mencionado.

Flora Cutânea.

O homem não vive em atmosfera estéril; uma flora microbiana mais ou menos importante se encontra no nível da pele.
Distinguem-se dois tipos de flora cutânea:

A flora cutânea permanente é composta por germes saprófitos, normalmente não patogênica (nociva), mas podendo tornar-se devido a certas condições.

A flora cutânea ocasional patogênica é resultante, da contaminação ou da multiplicação exagerada. A localização principal é a camada descamante (stratum disjonctum), onde as células se separam umas das outras, criando espaços vazios que constituem excelente meio para o desenvolvimento bacteriano. O funil folicular (infundibulum), que favorece igualmente o desenvolvimento bacteriano, sebo, fragmentos de queratina e temperatura elevada.

Quando este quadro se torna constante, a flora saprófita, que participa da defesa contra infecção, não resiste e a situação se torna patológica, propiciando a multiplicação exagerada dos agentes bacterianos e fúngicos. A infecção causa desordem entre as glândulas sebáceas, que produzem e expelem a gordura do organismo e que serve de alimento para as bactérias. Nesse passo, a higienização é quase nula, pois os cabelos, já em estágio de queda e o couro cabeludo com ardor causado pela dermatite, faz com que os poros fiquem cada vez mais obstruídos. Os fios caem e levam média de três meses para nascer novamente. Neste período o poro absorve mais impurezas, obstruindo com mais rapidez sua vazão.

Por falta de condições, a raiz vai deixando de fazer a maturação da proteína queratina, que tem produção contínua e que é a principal para a formação do fio. Com isso a mesma é expelida para o couro cabeludo, para a área plana, onde retorna para o poro com impurezas que agem na obstrução, por isso a calvície por bactéria é na área superior. Nas laterais, além da higienização ser diferente, a própria transpiração se incube de remover e escorrer para o corpo.

Quando a queratina se acumula na superfície do couro cabeludo, o mesmo se torna com aspecto brilhante. Quando é um processo de calvície causada por fungos, ou seja, por micose, geralmente o processo se estabelece por umidade e higienização inadequada. Os cabelos caem em mechas e o couro cabeludo alisa de uma vez, geralmente dando início onde a umidade prevalece e alastrando-se rapidamente.
Porém a raiz não morre, ela se torna inativa por obstrução, a oxigenação foi interrompida, no momento que ela for oxigenada, a reprodução do fio se refaz e a raiz se aviará novamente entrando em produção.


A ação da DHT e a causa da perda capilar.

Para a medicina alopata os motivos pela perda dos cabelos giram em torno da DHT (sendo na realidade somente uma parcela da causa), culpando-a, porém na linguagem deles, sabem diagnosticar a perda dos fios, mas a solução sempre é nula, a culpa é do fator pré-disposição genética e dos hormônios, condenando os desesperados, com termos: Não há solução, o que foi perdido não retorna mais. 
Outro fato interessante é que a calvície na medicina alopata é direcionada apenas aos homens, como se as mulheres e até mesmo crianças e adolescentes não tivessem problemas de tal origem.
Devido a grande quantidade de produtos utilizados de forma inadequada, mais e mais mulheres passaram a ter os mesmos problemas que os homens com relação a calvície, talvez em menor grau, pois afinal de contas a quantidade de gordura produzida pelo organismo da mulher é pela metade se comparado com o organismo do homem, a forma de higienizar também interfere na perda dos fios, geralmente a mulher dá maior atenção na higienização capilar, os homens fazem as higienizações muito rápido, sem eliminar todo o teor gorduroso que foi expelido e devido a qualidade de produtos específicos para limpeza do couro cabeludo o trabalho fica à desejar.


A AÇÃO DA DHT SOB A VISÃO DA MEDICINA ALOPATA
Para entender tal ação, segue uma explicação sobre como a testosterona causa a perda capilar. 
Por muitos anos, a comunidade cientifica e o resto de mundo tinha a impressão que a alopecia adrogenética (calvície familial masculina) era causada pela predominância do hormônio sexual masculino, a testosterona. Enquanto a testosterona de fato cumpre um papel no processo da calvície e o acúmulo de estudos científicos através das décadas revelaram que a dihidrotestosterona (DHT), um derivado da testosterona, é de fato o principal culpado.
A testosterona se transforma em DHT com ajuda da enzima 5-alfa-redutase Tipo II, que é retida nas glândulas sebáceas de um folículo capilar. 
Agora os cientistas acreditam que não é a quantidade de testosterona em circulação, mas o nível de DHT aderida a receptores em folículos capilares que determina a perda capilar. A circulação da DHT diminui o tamanho dos folículos capilares fazendo com que a sobrevivência dos cabelos saudáveis seja impossível.
Diz-se que é nos folículos capilares que a testosterona se transforma no tipo mais poderoso de DHT, que se comporta de forma diferente dependendo de onde estão localizados os folículos. As áreas da cabeça onde se dá a calvície - área frontal, têmporas e coroa – são mais rapidamente transformadas em DHT. Enquanto a DHT reduz o tamanho do folículo capilar, minorando o ciclo de crescimento de um cabelo, o diâmetro de um cabelo diminui ao longo do tempo até que o fio fique curto e fino. Finalmente, nenhum cabelo pode crescer quando o folículo morre.
Em outras partes do corpo, a DHT se comporta de forma diferente. Ela de fato estimula o crescimento do cabelo em folículos localizados no peito, nas coxas, nos ombros, nas sobrancelhas e ouvidos, muito embora ela mate folículos capilares no couro cabeludo.

Extraído do livro: CALVÍCIE tudo o que você precisa saber para não ficar careca
Autor Spencer David Kobren 

SIMPLIFICANDO - EM OUTRAS PALAVRAS PELA VISÃO DA BOTÂNICA.
A testosterona se transforma em DHT (Dihidrotestosterona) com ajuda da enzima 5-alfa- redutase Tipo II, que é retida nas glândulas sebáceas de um folículo capilar. Agora sabe-se que não é a quantidade de testosterona em circulação, mas o nível de DHT aderida a receptores em folículos capilares que determina a perda capilar.
Na verdade, a colocação que a DHT diminui o tamanho dos folículos capilares, como é suposto, é que tem duplo sentido, pois não é a ação deste, e sim sua circulação.

Em outras palavras, a circulação do DHT adere na área folicular se tornando obstrução (SEBO), o afinamento dos fios é ocasionado devido a área folicular estar sendo obstruída, quanto mais obstrução ou circulação, como queira, menor o espaço para o fio, e o comprometimento dos novos fios é devido a proteína queratina ser expelida e acumulada na área plana, já que não é maturada como deveria pela raiz que já não encontra a passagem nem oxigenação suficiente para tal feito.
Partindo deste princípio, não há necessidade de inibir a ação natural do hormônio DHT (Dihidrotestosterona), basta não permitir o acúmulo derivado da própria circulação (Sebo).

Com relação ao fato de como a DHT, que se comporta de forma diferente dependendo de onde estão localizados os folículos (um perfeito efeito sanfona).
Já foi esclarecido acima, mas vale à pena relembrar:
Porém, pelo fato do organismo produzir a proteína queratina em grande quantidade, e apesar de haver um enorme desperdício da mesma, o organismo quando possível transfere quantidade desta substância para outras regiões, a fim da mesma ser utilizada, assim ocorre o fato de pessoas calvas com quantidades gigantescas de pelos no corpo, nariz, ouvidos, etc.
Entende-se que não é a DHT que efetua o estimulo para que haja mais pelos no corpo ou regiões como ouvido, coxas, etc. Mas sim o fato do organismo efetuar a transferência da proteína queratina que esta sendo desperdiçada para o seu melhor aproveitamento.


A Descoberta da solução para Calvície.

A descoberta originou-se em pesquisas sobre a flora cutânea, que é microbiana e importante para pele.
A partir dos estudos, produtos para higienização profunda da região folicular foram desenvolvidos.
Os produtos Rulibra auxiliam na formação do fio saudável.
Rulibra foi desenvolvido para prevenir e reverter o processo da calvície, com higienização profunda da região folicular, estimula o organismo a defender-se e expulsar as bactérias e impurezas alojadas, promove a desobstrução dos poros pela própria transpiração e descamações do couro cabeludo, e tornar possível o ressurgimento dos fios já perdidos, pois a raiz não morre, ela se torna inativa por obstrução e a oxigenação é interrompida, tornando impossível a maturação do fio.

É possível obter resultados perceptíveis já nas primeiras semanas de uso, como, eliminação de coceira, caspa, oleosidade e queda.
Com o uso contínuo dos produtos Rulibra, todas as impurezas, focos de bactérias e fungos existentes , assim como a película que esconde o poro capilar serão eliminados pela higienização profunda que os produtos propiciam, possibilitando que a raiz volte a oxigenar e assim a reprodução do fio se refaz e a raiz se ativará novamente entrando em produção.

Rulibra é um produto Fito-Cosmético, seus ativos são naturais da área da Botânica.

Rulibra não é só um produto, é um tratamento que deve ser feito de maneira adequada para sua total eficácia, o cliente também terá que conscientizar-se sobre o tabu que dizem que lavar a cabeça todos os dias faz mal. A cabeça deve ser lavada todos os dias com um shampoo específico para higienização do couro cabeludo, depois normalizado o PH do fio ou mesmo hidratá-los. Não devendo misturar todos em um só, pois o que o fio precisa o couro cabeludo tem de sobra.
Couro cabeludo e fio de cabelo, apesar de estarem ligado um ao outro, são polos distintos e precisam de tratamentos diferenciados.

 

 

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